quinta-feira, 3 de julho de 2014

leio-te

Samantha Lamb

Leio-te em vão,
nas páginas de um livro, que sei que escreveste,
mas que não habitaste,
assim vou, às cegas, sem farol e sem rumo,
nas sombras de mim,
que pinto de afectividade e luz,
e  remeto para o céu e assim iluminar a estrela,
em que te transformaste.